Seis empresas responderam ao concurso lançado pela IP – Infraestruturas de Portugal para a modernização do troço da Linha do Oeste entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras. Com um investimento estimado em 68,5 milhões para a eletrificação e modernização da via num troço com 43 quilómetros de extensão, a obra envolve, entre outros, a execução de trabalhos como a criação de dois desvios ativos com uma extensão total de 16 quilómetros, para permitir o cruzamento de comboios sem necessidade de paragem, eletrificação integral do troço no sistema 2 x 25kV - 50 Hz, trabalhos de beneficiação em cinco estações e seis apeadeiros, com a criação de acessos para pessoas com mobilidade condicionada às plataformas de passageiros e alteamento das plataformas; automatização e supressão de passagens de nível, construção de nove passagens desniveladas, entre outras obras.
Ao que a Transportes em Revista conseguiu apurar, as propostas apresentadas foram das seguintes empresas: Agrupamento Construções Gabriel Couto (61,5 milhões de euros); RRC/FCC (61,6 milhões de euros); Comsa/Fergrupo (63,8 milhões de euros); Sacyr Somague/Sacyr Neopul (66,8 milhoes de euros); Teixeira Duarte – Somagel (68,2 milhões de euros); e Alexandre Barbosa Borges (68,5 milhões de euros).
A IP irá agora analisar as propostas e decidir o vencedor. Esta empreitada tem um prazo de execução previsto de 24 meses, estimando-se que esteja concluída no terceiro trimestre de 2022.