12/6/2017

eVito

Mercedes-Benz Vans vai eletrificar a sua frota de comerciais ligeiros

A Mercedes-Benz Vans vai equipar todos os seus modelos de veículos comerciais ligeiros com propulsão elétrica. O primeiro modelo elétrico será o eVito de média dimensão, já disponível para encomenda no mercado alemão, com entregas previstas para o início do segundo semestre de 2018. Em Portugal, o modelo estará disponível para entrega em 2019.
 


A Mercedes-Benz explica que o foco não está apenas centrado no próprio comercial ligeiros elétrico, mas também no ecossistema tecnológico, concebido especificamente à medida das necessidades das atividades de negócio dos clientes. A estratégia baseia-se em cinco pilares fundamentais que fornecem uma solução integrada inovadora que abrange toda a cadeia de valor da utilização do veículo comercial.

Com o objetivo de cumprir da melhor forma o desenvolvimento do produto e dos serviços associados às frotas, a Mercedes-Benz Vans integra os seus parceiros estratégicos nos processos de desenvolvimento que melhor contribuem para os conhecimentos do setor. O novo eVito é o primeiro veículo de produção em série desenvolvido nesta abordagem holística Mercedes-Benz Vans.



Volker Mornhinweg, diretor da Divisão Mercedes-Benz Vans, refere que “estamos convencidos sobre a necessidade de instalação de cadeias cinemáticas elétricas nos nossos comerciais ligeiros, especialmente nas aplicações para os centros urbanos. Desta forma, a eletrificação dos modelos comerciais não é um fim em si mesmo, mas antes o seguimento dos mesmos princípios aplicados a um motor convencional no que diz respeito a rentabilidade”. O responsável avança ainda que “com a nossa iniciativa eDrive@VANs, estamos a mostrar que, apenas as soluções abrangentes de mobilidade que incluam mais do que a própria cadeia cinemática, representam uma alternativa real para os clientes de veículos comerciais”.

Depois da eletrificação do eVito seguem-se as novas gerações do Sprinter e do Citan, revela o diretor da Divisão Mercedes-Benz Vans.

Por: Pedro Venâncio
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