sexta-feira, 30 de Outubro de 2020

 
caetano 468x60
Carga & Mercadorias
06-04-2020
A partir de 11 de abril
Transinsular retoma ligações diretas a Cabo Verde
A Transinsular anunciou que vai retomar as ligações marítimas diretas entre Lisboa e Cabo Verde a partir de 11 de abril. O transporte internacional de carga passa a ser assegurado pelo novo serviço Cabo Verde Expresso, que terá uma frequência quinzenal entre a capital portuguesa e as cidade da Praia e Mindelo. Este serviço de transporte marítimo regular de carga geral e contentorizada (seca e frigorífica) tem um transit time de apenas sete dias. Segundo o armador português, que pertenceo ao Grupo ETE, “a configuração deste serviço confere à Transinsular uma posição privilegiada no mercado nacional e internacional, salientando-se a importância do abastecimento de produtos oriundos da Europa no arquipélago de Cabo Verde, nomeadamente frescos. A Transinsular oferece ligações diretas e regulares entre Lisboa- Leixões-Praia-Mindelo, e para Palmeira e Sal Rei através do serviço Atobá, com frequência a cada 15 dias, detendo agências próprias nestes quatro portos”.
De acordo com Matthieu Roger, CEO da Transinsular, “esta resposta perante a situação atual, permite à Transinsular responder aos seus clientes com prontidão e com o mesmo compromisso, permitindo inclusive a retoma de otimização de custos aos próprios que no último mês tinham que transportar a sua carga somente através de Leixões. Desta forma, a Transinsular volta a permitir o normal e regular fluxo de distribuição das suas mercadorias para o mercado de Cabo Verde, sem qualquer alteração, cumprindo os melhores tempos de trânsito do mercado desde sempre oferecidos aos nossos clientes”.
O responsável acrescenta que “é também uma oportunidade de consolidar ainda mais a nossa posição como o parceiro certo para a exportação e importação de produtos para aquele arquipélago. O facto da Transinsular deter também a conexão deste serviço internacional com o serviço nacional de carga regular no arquipélago (Atobá Interilhas), permite a rotação de mercadorias de forma inversa, mantendo o nível de exportação do país – sobretudo de peixe – para a Europa, e ainda garantir o seu acesso e ligação a outros mercados como Espanha e o Norte da Europa.“
por: Pedro Pereira
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