quarta-feira, 23 de Setembro de 2020

 
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Passageiros & Mobilidade
02-04-2020
COVID-19
Groundforce adere a medidas excecionais, mas garante postos de trabalho
A atividade da Groundforce Portugal foi amplamente reduzida, tendo em conta que as companhias aéreas também estão praticamente paradas. Tomar medidas para fazer face à pandemia é inevitável e, por isso, a empresa vai recorrer aos apoios excecionais e temporários que o Governo disponibiliza. Há, contudo, uma garantia que a Groundforce Portugal deixa: serão assegurados todos os postos de trabalho.
A decisão foi apresentada ontem pela Comissão Executiva aos representantes de todos os Sindicatos - SIMA, SINTAC, SQAC, SITAVA, STAMA, STHA e STTAMP – e comunicada a todos os trabalhadores.

As medidas tomadas foram:
- 324 colaboradores (11,4% do total) ficarão a garantir as operações diárias, na EGE e nas operações em cada escala, sem redução no seu salário;
- 2.425 colaboradores (85,6% do total) ficarão em suspensão temporária da prestação de trabalho ao abrigo do layoff simplificado e receberão todos, sem exceção 2/3 das remunerações fixas mensais;
- 55 colaboradores (1,9% do total), das áreas de suporte e chefias operacionais, ficarão em 15% de redução do período normal de trabalho;
- 14 colaboradores (0,5% do total), das áreas de suporte, ficarão em redução do período normal de trabalho, variável em função das necessidades operacionais e receberão 2/3 das remunerações fixas mensais.
- os diretores da empresa ficarão em 20% de redução do período normal de trabalho e os administradores executivos, voluntariamente, propuseram uma redução de 30% da sua remuneração.

Em comunicado, a empresa esclarece que tanto a Groundforce como os sindicatos “demonstram total disponibilidade para, futuramente, acolher a Comissão de Trabalhadores para contribuírem para a recuperação da empresa”. Paulo Neto Leite, CEO da Groundforce, afirmou que “esta é uma decisão difícil, mas necessária para a manutenção da empresa e que garante a proteção dos nossos colaboradores, que são o nosso maior ativo, e que tem como finalidade manter a família Groundforce unida e intacta face aos danos e consequências decorrentes deste surto. Estamos a viver uma crise mundial sem precedentes que afeta, simultaneamente, a saúde pública, e de uma forma muito agressiva, a economia nacional e o nosso negócio. Dos 19.840 movimentos previstos para o mês de abril, para os quais a empresa tinha dimensionado a operação em equipamentos e recursos humanos, apenas serão realizados 778. Esta situação implica uma redução de 96% na atividade da Groundforce”.

As medidas irão vigorar a partir de 3 de abril, por um período de 30 dias (que poderá ser alargado) e permitem garantir que os postos de trabalho, para todos as funções e cargos, estão assegurados durante 60 dias após estas medidas (ou da extensão das mesmas).
por: Sara Pelicano
Tags: Covid19   Groundforce  
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