domingo, 9 de Agosto de 2020

 
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Passageiros & Mobilidade
19-03-2020
Redução das operações
TAP suspende 75% dos voos a partir de 23 de março
A TAP vai suspender 75% dos voos já a partir da próxima segunda-feira, 23 de março, e até 19 de abril, período durante o qual vai realizar somente 15 dos cerca de 90 destinos regulares. Esta medida de contenção vem no seguimento do surto do novo coronavírus (COVID-19).

“Após os sucessivos anúncios de restrições, como principal medida de contenção do COVID-19, por parte de vários Estados das geografias em que a companhia portuguesa opera, combinados com a acentuada queda da procura, fatores que têm gerado inúmeros e sucessivos cancelamentos de voos e suspensões de rotas, que têm vindo a ser comunicados pela TAP aos passageiros e público em geral”, pode ler-se em comunicado.

De acordo com a companhia aérea portuguesa, “nas últimas 24 horas verificaram-se evoluções significativas das condicionantes acima referidas e, em consequência, a TAP vai reduzir de forma expressiva a operação e parquear grande parte da sua frota de aviões”.

Antonoaldo Neves, CEO da TAP, sublinha que “estamos a trabalhar na continuidade do nosso negócio convictos de que em breve voltaremos ao ritmo normal da nossa atividade, sempre com o foco no futuro, na sustentabilidade e no crescimento da nossa TAP”. O responsável agradece ainda “o empenho e o sentido de missão dos nossos colaboradores neste momento em que todos têm dado tudo de si para tratar dos nossos clientes e de Portugal”.

Mais adianta a TAP que todos os clientes com voos cancelados neste período poderão obter um voucher no valor pago pela aquisição do bilhete, em refunds.flytap.com.



Ryanair reduz voos em mais de 80%
Também a companhia aérea irlandesa Ryanair, afetada pelas restrições governamentais, vai reduzir em mais de 80% os voos entre 18 março e 24 março. De acordo com a companhia, todos os clientes afetados receberão um email e serão informados sobre as suas opções.

“a partir das 24 horas dia 24 de março esperamos que a maioria ou todos os voos do Grupo Ryanair fiquem em terra, excepto um número muito reduzido de voos que serão operados para manter um nível de conectividade essencial, principalmente entre o Reino Unido e a Irlanda”, esclarece.

“A Ryanair continuará em estreito contacto com os Ministérios dos Negócios Estrangeiros de todos os governos da UE sobre a repatriação de cidadãos da UE e, sempre que possível, poderemos operar voos para apoiar esta repatriação”, adianta em comunicado.
por: Pedro Venâncio
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