domingo, 9 de Agosto de 2020

 
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Passageiros & Mobilidade
16-03-2020
Medidas de contigência
Entrada e saída nos autocarros da AML passa a ser feita pelas portas traseiras
A Área Metropolitana de Lisboa (AML) decretou novas medidas de contingência a aplicar ao serviço público de transporte rodoviário de passageiros devido à pandemia do novo coronavírus. Assim, desde ontem, em todos os autocarros que operam na AML – incluindo Cascais Próxima, Transportes Coletivos do Barreiro e Carris - a entrada e saída dos utentes começou a ser feita apenas pelas portas traseiras dos autocarros de serviço urbano e interurbano, deixando as entradas de ocorrer pela porta da frente, junto ao motorista. As vendas a bordo também deixaram de ser realizadas deixando os motoristas de ter contacto com dinheiro e operações de pagamento e deixaram de ser obrigatórias as validações nos autocarros, ainda que, se deva apelar a que os passageiros viajam com título válido.
A AML refere ainda que face a estas medidas agora adotadas, será ainda realizado no contexto de cada operador: a criação de um perímetro de distância que salvaguarde o motorista de contactos diretos com utentes; reforço da proteção dos seus trabalhadores e em particular do mais expostos ao contacto com o público, como acontece com os motoristas; intensificação das medidas de limpeza e desinfeção dos autocarros e dos locais de contacto direto com o público; reforço das medidas de informação ao público, inclusive no sentido de se assegurar que as entradas e saídas nos autocarros se processem de forma organizada e sejam mantidas distâncias de segurança entre passageiros e demais comportamentos que minimizem risco de contágio”.
Entretanto, esta medida também foi adotada pela CIM do Médio Tejo, abrangendo os serviços prestados pela Rodoviária do Tejo, Rodoviária do Lis e Beira Interior e também se aplicam aos transportes urbanos das cidades de Tomar, Torres Novas, Entroncamento e Abrantes. Ao que a Transportes em Revista conseguiu apurar, as medidas de contingência levadas a cabo pela AML deverão estender-se a todos os transportes rodoviários urbanos e suburbanos do país. 

 
por: Pedro Pereira
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