sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019

 
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Carga & Mercadorias
29-11-2019
Hanse Eco Short Sea Coasters
Rhenus-Arkon-Shipinvest apresenta frota ecológica para curtas distâncias
A Rhenus-Arkon-Shipinvest desenvolveu uma nova frota de navios ecológicos para curtas distâncias e realizou um pedido para o fornecimento dos primeiros quatro navios Hanse Eco Short Sea Coasters. Espera-se que a produção destas embarcações comece em fevereiro de 2020 e que estejam terminadas na segunda metade de 2021. As novas embarcações vão incorporar tecnologias inovadoras em termos de ambiente, digitalização e design.

A frota Hanse Eco é o resultado de uma iniciativa de Torsten Westphal, membro fundador de Arkon Shipping. O desenvolvimento de uma frota de curta distância e orientada para o futuro representa uma solução sustentável para a construção de embarcações desenhadas para satisfazer as necessidades concretas de cada cliente. A solução está a ser desenvolvida em parceria com a Rhenus.

Assim, a Rhenus-Arkon-Shipinvest desenvolveu o seu próprio navio para os tráfegos europeus de curta distância. O Hanse-Eco terá cerca de 90 metros de comprimento e capacidade para 4.200 toneladas. A zona de carga poderá armazenar mais de 5.500 m3 de mercadorias.

"A nossa frota Hanse-Eco tem-se consolidado como uma referência no setor para assumir o cumprimento dos requisitos na luta contra as alterações climáticas. Temos vindo a proporcionar standards elevados de qualidade nas operações de transporte marítimo, desde o planeamento até à operação", explica Torsten Westphal.

Entre as características específicas dos navios Hanse-Eco, destaque para a ponte de controle na dianteira, proporcionando uma vista clara e precisa durante os processos de carga e um novo casco que reduz o consumo de combustível. Juntamente com os sistemas de tratamento de água, que serão obrigatórios a partir de 2020, estas embarcações serão equipadas com um sistema de propulsão híbrido através de um conversor catalítico orgânico, motor elétrico e uma unidade de pós-tratamento para gases residuais. Tudo isso para atender aos requisitos impostos pela IMO (Organização Marítima Internacional).
por: Pedro Venâncio
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