domingo, 15 de Dezembro de 2019

 
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Passageiros & Mobilidade
30-10-2019
Entrada em Lisboa aumentou 20%
600 mil carros circulam em Lisboa diariamente
O trânsito na cidade continua a estar muito denso. Diariamente, na cidade circulam 600 mil veículos, destes 370 mil chegam de fora da capital. Segundo Filipe Moura, do Centro de Investigação e Inovação em Engenharia Civil para a Sustentabilidade do Instituto Superior Técnico (IST), citado pelo Jornal de Notícias, a maioria dos automóveis que entra em Lisboa chega da margem sul do Tejo, ode o tráfego “teve aumentos na ordem dos 20%”. Através da A1 chegam à capital 100 mil veículos.

Lisboa, pela terceira vez consecutiva, foi considerada a cidade mais congestionada da Península Ibérica, num estudo da empresa TomTom. De acordo com o JN, os condutores em Lisboa perderam 42 minutos por dia no trânsito. Neste estudo, o Porto subiu quatro lugares, ocupando a posição 121. Os condutores portuenses passarão 38 minutos no trânsito. Ainda no Porto, o Relatório de Tráfego do Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT) revela que na Ponte da Arrábida circulam 115 mil carros por dia e na Ponte do Freixo passam 118 mil veículos.

O mesmo relatório refere que, segundo trimestre deste ano, 143 mil carros atravessaram a Ponte 25 de Abril, em média, por dia, durante abril, maio e junho. Um número inferior ao registado no esmo período do ano passado. Por outro lado, na Ponte Vasco da Gama, durante o segundo trimestre deste ano, o número médio de veículos a circular foi mais elevado, estimando-se que entrem em Lisboa 70 mil carros por aquela ponte.

Transição para transporte pública demora
O Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART), implementado um pouco por todo o país em abril, tem como principal objetivo atrair pessoas para o transporte público. A Câmara Municipal de Lisboa estima que a quota de utilização dos transportes públicos da capital possa crescer, até 2030, dos atuais 25% para 30%. Isto representaria mais 150 mil pessoas e mais 375 mil viagens diariamente.

Filipe Moura considera que "as pessoas vão demorar algum tempo a vencer a barreira do conforto que o carro dá", acrescentando que "o poder de compra também aumentou, o que tem levado a uma maior utilização do carro". Filipe Moura referiu ainda que “o número de viagens efetuadas não aumentou na mesma proporção do aumento do número de passes. Há muita gente que adquire o passe, mas ainda não está a utilizar o transporte", relacionando este facto com “a degradação de rede de transportes da cidade, nomeadamente a ferroviária, cada vez mais sobrecarregada".
por: Sara Pelicano
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