sábado, 7 de Dezembro de 2019

 
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Carga & Mercadorias
23-10-2019
Conclusões do 17º. Congresso
APAT alerta que cenário digital colaborativo é essencial para sucesso dos transitários
A APAT – Associação dos Transitários de Portugal, considera que a digitalização deve ser encarada como um meio para melhorar o seu negócio e para aproximar os transitários dos seus parceiros, clientes e instituições. Para aquela associação “é errado pensar que é um negócio autónomo que vem substituir a nossa atividade principal”. Em nota enviada à Comunicação Social, António Nabo Martins, presidente-executivo da APAT, faz um balanço do 17º. Congresso Nacional dos transitários portugueses, que teve lugar em Portimão, nos dias 11 e 12 de outubro, e que teve como tema principal “O Transitário Digital e Colaborativo”. Segundo o responsável, “o ambiente colaborativo digital é um fator verdadeiramente disruptivo e diferenciador e que constitui uma vantagem para as empresas. Hoje as empresas, colaboradores, clientes e parceiros convergem, colaboram e comunicam num mundo digital – mundo esse que se pretende que seja um espaço tecnologicamente seguro, ágil, produtivo e envolvente. As ferramentas digitais exponenciam o significado da colaboração, pois incentivam o trabalho em equipa e a cooperação”.
Os transitários referem que é necessário “atualizar e capacitar os profissionais para as transformações tecnológicas que se avizinham. Perceber muito bem que caminho fazer, mas acima de tudo perceber qual caminho a fazer e como se quer fazer. Ficou claro que as pessoas são fundamentais para todo este processo”.
No entanto, a APAT aponta que existem fatores externos que podem condicionar a própria atividade. Nabo Martins refere que existe a necessidade “de mais e melhores infraestruturas, pois as existentes, tanto aeroportuárias, marítimas e ferroviárias continuam a ser, infelizmente, para nós, o elo mais fraco; a necessidade de mais alternativas Intermodais, sejam short sea, rodoviárias ou ferroviárias, pois até podemos ter o produto, o preço, o marketing e a I&D, mas se não temos os meios de levarmos esses produtos ao cliente, não poderemos crescer nos mercados internacionais; a necessidade de maior cooperação e rapidez entre as várias entidades publicas nomeadamente na libertação de mercadorias e facilitação de circulação de bens; a necessidade de promover e implementar normas e referenciais que permitam qualificar a gestão dos referidos sistemas e serviços e informação, criando sistematização, customização, metodização, previsibilidade, objetividade, transparência e rapidez; e a necessidade de abordagens transversais e colaborativas no domínio da gestão da informação, conforme algumas experiências nacionais que devem ser apoiadas e valorizadas tais como a JUL”.
A APAT refere ainda que pretende criar e desenvolver mais plataformas de colaboração com a DGRM, nomeadamente no âmbito da JUL – Janela Única Logística e zelar pela “implementação de um contrato coletivo de trabalho ajustado à realidade dos nossos dias, mas também a pensar no futuro. Estamos já num processo de análise e avaliação, acreditando que até final do ano 2020 teremos um novo CCT”.
por: Pedro Pereira
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