quarta-feira, 18 de Setembro de 2019

 
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Passageiros & Mobilidade
16-08-2019
Transporte rodoviário de passageiros
CIM do Baixo Alentejo lança concurso público no outono
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (Cimbal) vai lançar, no outono, o concurso público internacional para a concessão dos transportes públicos rodoviários de passageiros. O concurso engloba 13 concelhos do distrito de Beja, ficando de fora Odemira, o maior concelho do distrito, que integra a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (Cimal).

Alvito, Cuba, Vidigueira, Moura, Barrancos, Ferreira do Alentejo, Beja, Serpa, Aljustrel, Castro Verde, Mértola, Ourique e Almodôvar são os 13 concelhos que o concessionário vencedor terá de servir, mediante condições operacionais determinadas pela Cimbal, dentro do que é social, económica e financeiramente viável em termos de exploração comercial, sobretudo em territórios de muito baixa densidade populacional e de grande extensão.

O Diário do Alentejo questionou Valter Duarte, especialista nesta matéria, que explicou que “a nova legislação estabelece como nível mínimo de serviço público de transporte de passageiros, entre outros aspetos, a criação de mecanismos que permitem que as localidades com mais de 40 habitantes fiquem ligadas à respetiva sede de concelho, no mínimo em três dias da semana, com partida da localidade de manhã e regresso à tarde”.

Segundo o especialista, e “de acordo com o estudo realizado na área da Cimbal, há um conjunto de localidades que atualmente não estão servidas e que podem passar a ficar servidas, seja através de transporte regular de passageiros, seja através de transporte a pedido, em que as populações pedem antecipadamente o transporte e ele é disponibilizado aos interessados no dia previsto”.

Pela extensão do distrito e pela grande dispersão da população, o transporte a pedido pode ser uma solução para uma parte dos atuais problemas de mobilidade em condições financeiramente sustentáveis, considera Valter Duarte. Ao mesmo órgão de comunicação social, o perito adiantou que outras matérias que podem ser melhoradas face à atual situação são “a imposição de um limite máximo à idade dos autocarros atualmente em circulação e a criação de condições de conforto adicionais, como por exemplo a instalação de ar condicionado em toda a frota”.
por: Pedro Venâncio
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