sexta-feira, 3 de Abril de 2020

 
caetano 468x60
Carga & Mercadorias
22-07-2019
Defende a APAT
Economia do Mar não vai crescer sem investimentos em equipamentos, infraestruturas e acessibilidades
Em comunicado, a Associação dos Transitários de Portugal (APAT) faz um balanço “positivo” à atual legislatura e ao Ministério do Mar. Segundo a Associação, “a carga contentorizada continua a aumentar, e se não foram criadas novas infraestruturas, é porque havia condições de crescimento exponencial pouco exploradas. Se isto é verdade, também é verdade que o crescimento do volume de carga não poderá continuar a crescer indefinidamente sem investimentos”.

A APAT “congratula os investimentos anunciados para a generalidade dos portos portugueses, acreditando que teremos uma fachada atlântica mais eficiente, mais eficaz e mais competente para competir com outros portos europeus. Desta forma, será igualmente possível dinamizar ainda mais a economia, os transportes, a logística e os serviços”.

Contudo, a Associação alerta que “não podemos desistir de continuar a trabalhar em prol da nossa economia e do nosso país, até porque ainda estamos muito longe de alcançar o anunciado até 2026”, isto é, “aumentar 200% o movimento de contentores, diminuir em 20% o tráfego rodoviário de e para os portos, aumentar o tráfego fluvial de mercadorias, e criar 12 mil postos de trabalho até 2030”.

A previsão de implementação da Janela Única Logística (JUL) em todos os portos, até ao fim do ano, assim como a regulamentação do porto seco através de legislação própria, são outros dois objetivos que poderão igualmente dinamizar a chamada “logística de serviços”, esclarece a APAT.

A Economia do Mar, focada no aspeto do transporte de mercadorias (exportações e importações), não deverá continuar a crescer enquanto não se concretizarem investimentos nos equipamentos, nas infraestruturas, nas acessibilidades e na convergência dos interesses de todos players que intervêm no negócio. Esta sustentabilidade tem de ser conseguida em três aspetos: financeiro, social e ambiental”.

A Associação dos Transitários acredita ainda que “trabalhar hoje para termos futuro, não se compadece com anos e calendários eleitorais, mas sim com políticas de convergência e pactos de regime que permitam uma unanimidade política sobre a importância das decisões estratégicas”. Desta forma, prossegue, “o nosso futuro dependerá muito daquilo que fizermos hoje, ou seja a melhor forma de fazer futuro é criá-lo”.

Por fim, a Associação coloca-se “à disposição de todas as entidades para colaborar, ajudar, mediar, intervindo, criando espaços de debate para todos os assuntos transversalmente, de forma transparente”.
por: Pedro Venâncio
1322 pessoas leram este artigo
351 pessoas imprimiram este artigo
0 pessoas enviaram este artigo a um amigo
0 pessoas comentaram este artigo
Comentários
Não existem comentários
  
Deixe o seu comentário!

 


 

  

 
 












RSS TR Twitter Facebook TR Transportes em revista

Dicas & Pistas © 2009, Todos os Direitos Reservados

Condições de Utilização | Declaração de Privacidade
desenvolvido por GISMÉDIA