quinta-feira, 22 de Agosto de 2019

 
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13-03-2019
Barómetro APAT
Transitários têm expetativas positivas mas não recomendam profissão
A APAT – Associação dos Transitários de Portugal, o IPAM e a Grounded, em conjunto com a Transportes em Revista, desenvolveram um barómetro para avaliar o sentimento dos associados da APAT relativamente à atividade transitária. A avaliação do sentimento foi feita via a medição dos níveis de confiança dos associados APAT. O estudo contou com 123 respostas válidas, tendo sido utilizadas três questões para avaliar o sentimento dos transitários. Os associados da APAT foram questionados sobre: perspetivas para a atividade transitária para os próximos três anos; perspetivas de investimento no próximo ano; e perspetivas de futuro.

Entre as diferentes tipologias de transporte, o modo marítimo é o transporte mais utilizado pelos participantes do estudo. Contrariamente, o transporte ferroviário é claramente o menos utilizado.

O barómetro revela que dois terços dos participantes têm uma perspetiva positiva para os próximos 3 anos, porém um terço da amostra tem uma perspetiva negativa.

No entanto, apesar de um terço da amostra ter uma perspetiva negativa para os próximos três anos, apenas 5% irá diminuir o seu investimento. Na verdade, 45% dos inquiridos referem que vão aumentar o seu investimento. Existe, assim, um ambiente de confiança relativamente à atividade que fica evidenciado pelas perspetivas de investimento dos associados.

Por outro lado, reconhece-se que a residência dos associados afeta apenas decisões relativamente ao investimento e não tem qualquer efeito ao nível das perspetivas a três anos e de recomendação ao nível de carreira profissional. Em termos geográficos, Lisboa é o distrito onde potencialmente se irão fazer os maiores investimentos.

O estudo salienta ainda que apesar de haver uma perspetiva positiva para a atividade transitária e uma intensão de aumento de investimento, a maior parte dos participantes não recomendam uma profissão na área. De acordo com os resultados, 63% dos inquiridos são detratores, ou seja, apresentam reservas na altura de recomendar uma carreira profissional em empresas na área da atividade transitária. Apenas 9% recomendaria uma profissão na área da atividade transitária.

Para ver os resultados do estudo, clique AQUI
por: Pedro Pereira
Tags: APAT   Grounded   IPAM   Transitários  
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Comentários
13-03-2019 17:30:23 por Tomás Monteiro
PorquêEu que tenho 50 anos de trânsitos tenho toda a propriedade de dizer porquê.A classe transitária nunca se interessou em criar uma APAT forte e participativa, isto é: sempre que surge uma nova lei, uma nova regra, uma nova regulamentação, seja ela Governamental, EUropeia ou de Companhias Aéreas ou Marítimas ou ainda dos portos ou dos aeroportos, o Transitário é sempre o último a saber e é sempre obrigado a cumprir o que pelos outros parceiros económicos foi determinado e ficou comsumado. Exemplos são mais que muitos se alguém estiver interessado eu posso informar, aqui seria demasiado extenso.Cumprimentos / Tomás Monteiro
  
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