segunda-feira, 20 de Maio de 2019

 
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Passageiros & Mobilidade
11-03-2019
Decisão está na Tutela
Modelo de exploração do Metrobus do Mondego ainda não está definido
O modelo de exploração do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) ainda não está definido, apesar de o concurso para a construção da primeira fase entre o Alto de São João e Serpins já ter sido lançado, no passado mês de fevereiro. A Transportes em Revista sabe que o Ministério das Infraestruturas, em conjunto com as diversas autarquias que fazem parte do SMM, estão a analisar vários modelos de exploração, um dos quais é a subconcessão da operação a um operador privado, modelo semelhante ao que existe, por exemplo, no Metro do Porto, e que era o modelo previsto na génese do projeto do Metro do Mondego. No entanto, até ao momento ainda não existe qualquer decisão, nem se sabe quem será a entidade responsável pela aquisição do material circulante.
Em declarações à Transportes em Revista, o presidente da Metro do Mondego, João Rebelo, revelou que este é um assunto «da responsabilidade da Tutela e que está a ser devidamente tratado». No entanto, João Rebelo, referiu que é «urgente definir qual será o modelo de exploração do SMM e avançar para o licenciamento da operação e para a certificação dos veículos. São processos que levam tempo e quanto mais cedo forem definidos, melhor».
Recorde-se que em fevereiro foi lançado oficialmente o concurso para a empreitada de construção do primeiro troço do MetroBus do Mondego, entre Alto de São João e Serpins, num total de 30 quilómetros. A empreitada contempla ainda a requalificação da estação de Coimbra B, que será o principal interface do Metrobus do Mondego.
O concurso que foi lanaçdo representa um investimento de 25 milhões de euros e as obras respetivas deverão ficar concluídas no prazo de 15 meses após a adjudicação, prevendo-se que o sistema de transportes comece a funcionar de forma faseada a partir de 2021.
O projeto está dividido em dois troços: urbano, com 12 quilómetros de extensão, em via dupla e uma velocidade máxima de 50km/h; e suburbano, em via única e uma velocidade máxima de 60km/h. A frota será composta por 35 veículos elétricos articulados e bi-articulados e irá representar um investimento global de 85 milhões de euros.
 
por: Pedro Pereira
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