sábado, 24 de Agosto de 2019

 
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Carga & Mercadorias
29-01-2019
Segurança marítima
Limite de enxofre dos combustíveis marítimos baixará para 0,5% em 2020
Na 100.ª Sessão do Comité de Segurança Marítima, que decorreu em dezembro, na sede da IMO (Organização Marítima Internacional), em Londres, foram debatidos vários temas relacionados com o setor marítimo, nomeadamente a evolução e a importância dos navios autónomos e a redução do limite de enxofre dos combustíveis marítimos, que baixará dos atuais 3,5% para 0,5% fora das SECAs, em 2020.

Considerando que a adoção do limite referido tem implicações a nível da segurança, será assegurado o desenvolvimento de um mecanismo que cubra este tema a nível da SOLAS (que também contém algumas normas relativas ao óleo combustíveis), com vista a assegurar que os riscos associados ao óleo combustível sejam devidamente amenizados e a indústria consiga realizar com segurança a transição para o cumprimento do novo limite de 0.5% de enxofre.

A DGRM – Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos participou neste evento e, em comunicado, esclarece que, “foi aprovada a metodologia a seguir para a identificação dos instrumentos IMO aplicáveis, assim como a disposição de cada um deles no que diz respeito à segurança e à proteção marítima”.

Foram também desenvolvidos os quatro graus de autonomia que os navios podem ter, sendo que, no primeiro grau, existem processos autónomos no navio, mas são os tripulantes a bordo que operam e controlam os sistemas e as funções a bordo; no segundo grau, os navios têm tripulantes, mas são controlados remotamente a partir de um ponto externo; no terceiro grau, os navios não têm tripulantes e são controlados remotamente a partir de um ponto externo. Por último, no quarto grau, os navios serão completamente autónomos.

O Comité debateu ainda a possibilidade da implementação, em 2020, de medidas obrigatórias ou de recomendações a navios que operam em águas polares que não se encontram abrangidos em determinados capítulos do Código Polar.

De acordo com a DGRM,  “o Comité salientou a importância do desenvolvimento de medidas adicionais, relacionadas com a utilização de fuel, que tenham como objetivo melhorar a segurança dos navios”.
 
por: Sara Pelicano
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