terça-feira, 11 de Dezembro de 2018

 
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30-11-2018
Precariedade no Porto de Setúbal
Ministério do Mar denuncia “guerra entre sindicatos” para falta de acordo
O Ministério do Mar emitiu um comunicado onde revela que “a precariedade no porto de Setúbal poderia ter acabado hoje” e que tal não foi possível porque os sindicatos envolvidos nas negociações “em vez de discutirem a situação dos seus trabalhadores de setúbal preferiram discutir a situação nos portos de Leixões e Sines”. O comunicado, assinado pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, adianta mesmo que “em vez de resolverem o conflito de setúbal insistem (os sindicatos) em criar conflitos em portos onde não existem conflitos e onde não têm uma representação significativa. Para que fique claro, o governo não pode, nem vai tomar parte numa guerra entre sindicatos. E lamentamos que os trabalhadores de Setúbal estejam a ser utilizados pelos seus representantes como moeda de troca para uma luta de poder sindical”.
O documento refere que “nestes três dias todas as partes concordaram em alterar o regime laboral no porto de setúbal acabando com a precariedade; todas as partes concordaram em fixar quadros permanentes e aceitaram as principais condições contratuais. Como concordaram e aceitaram a intervenção da Administração Portuária e do IMT. Conseguimos mesmo garantir que os operadores, publicamente, revissem as suas condições aumentando as vagas inicialmente oferecidas. Perante isto, e objetivamente, não havia razão nenhuma para que os trabalhadores não tivessem a sua situação regularizada já hoje e pudessem passar um natal mais descansado. Mas isso não foi possível”.
Ana Paula Vitorino deixa ainda duas palavras: “a primeira, uma palavra de conforto, evidentemente dirigida aos trabalhadores do porto de setúbal e às suas famílias que neste momento se preparam para um natal de incerteza e de dificuldades; a segunda é um apelo aos agentes económicos do Porto de Setúbal, nomeadamente os seus clientes e as empresas exportadoras. Sabemos que o porto atravessa uma crise gravíssima, mas peço-lhes que mantenham a sua aposta em setúbal e na região até que o bom senso prevaleça. O governo tudo fará para mitigar e minimizar os danos que esta situação está a provocar”.
por: Pedro Pereira
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