domingo, 18 de Novembro de 2018

 
STCP
Passageiros & Mobilidade
16-10-2018
Em 2019
Ferrovia e aeroporto de Lisboa são “prioridades” para o OE
O investimento na ferrovia nacional e no novo aeroporto de Lisboa constam como prioridades no Orçamento do Estado para 2019 do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas. “A prioridade na execução dos investimentos em 2019 será focada no setor ferroviário, nomeadamente do Plano Ferrovia 2020 e na aquisição, já autorizada, de material circulante; e no início dos investimentos associados à expansão da capacidade aeroportuária da região de Lisboa, em função da conclusão da negociação do contrato de concessão assinado em 2012 com a ANA - Aeroportos de Portugal”, detalha o Governo de António Costa na proposta de lei do Orçamento do Estado (OE) para o próximo ano.

Sobre o setor ferroviário, pode ler-se que, “no âmbito do Plano Ferrovia 2020, está previsto um investimento global de mais de dois mil milhões de euros, quer para a construção de novas linhas ferroviárias, numa extensão de 214 quilómetros, quer para a modernização de linhas existentes, em cerca de 900 quilómetros”. Segundo o Executivo, 2019 será um ano de “investimento crescente, robusto, abrangente e sustentável”, justificado pelas “intervenções nos principais eixos ferroviários da Rede Ferroviária Nacional, desde a Linha do Minho, a Linha do Douro, a Linha do Norte, Linha da Beira Baixa, início no Corredor Internacional Norte e Corredor Internacional Sul (Sines - Caia). Paralelamente, estarão em curso projetos para a modernização e eletrificação da Linha do Oeste e Linha do Algarve”.

Já no setor rodoviário, esclarece o Governo, que “os principais investimentos centrar-se-ão no Programa de Valorização das Áreas Empresariais, em que terão continuidade as intervenções prioritárias iniciadas em 2018, que garantem o descongestionamento rodoviário de áreas densamente povoadas e, em simultâneo, o incremento das acessibilidades a zonas de forte concentração empresarial”. Além disso, vai ainda prosseguir-se a "requalificação integral/duplicação do IP3 entre Coimbra e Viseu, numa extensão de 75 quilómetros, intervenção de grande relevância estrutural”.
por: Pedro Venâncio
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