segunda-feira, 15 de Outubro de 2018

 
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27-09-2018
Garante o primeiro-ministro
Aeroporto no Montijo será “irreversível”
António Costa considera “irreversível” a solução do Montijo como alternativa a complementar o Aeroporto da Portela, em Lisboa. A afirmação foi feita esta quinta-feira, na sessão de abertura da IV Cimeira do Turismo, promovida pela Confederação do Turismo de Portugal. Segundo o primeiro-ministro, “é manter a Portela e juntar-lhe uma resposta no Montijo”.

Além disso, António Costa referiu que o Governo aguarda pelo fim das negociações com a administração da ANA – Aeroportos de Portugal “para colmatar um erro cometido há dez anos atrás” e que o fim das conversações poderá estar para breve. Além destas negociações, o Executivo aguarda igualmente os resultados dos estudos de impacte ambiental, fundamentais para o início da concretização deste projeto.
por: Pedro Venâncio
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Comentários
08-10-2018 10:44:24 por José Soeiro
Para além do que já está escrito não posso deixar de perguntar porque razão não se discutem e avaliam as propostas avançadas pela Plataforma Alentejo e que se apresentam como soluções de interesse para todo o Alentejo e, sobretudo, de interesse Nacional. Esperemos que o bom senso se imponha e se ponha termo à inconsistente proposta de um novo aeroporto no Montijo. Entregar à ANA/VINCI a solução aeroportuária do País já não é meter a raposa no galinheiro...é entregar o galinheiro à raposa
02-10-2018 13:32:05 por Carlos Gaivoto
Há decisões/vontades que por não se ter estudado antecipadamente e com equipas técnicas credibilizadas, são vulneráveis na sua rendibilidade social e impacto económico, em particular, quando tanto se fala em demografia e desenvolvimento sustentável para Portugal. O Montijo não é preciso pois, já existe um aeroporto pronto a funcionar, o de Beja.Não sei que razão ou razões que existem para se embicar para a infraestrutura aeroportuária do Montijo mas, acompanho as razões da Plataforma Alentejo que defende a infraestrutura aeroportuária de Beja, já construída e pronta a entrar em funcionamento, bastando ser ligada com uma linha ferroviária electrificada e que colocaria as pessoas em Lisboa numa hora e 10 minutos e em Faro praticamente no mesmo tempo, dada a localização estratégica da mesma. Ou seja, numa cajadada resolvemse dois problemas a saturação daqueles dois aeroportos é resolvida com o aeroporto de Beja. Portanto, quando se ouve que a VINCI fará o estudo para o Montijo mil milhões de euros, em particular, de impacte ambiental, nada me admira pois, como aquele operador privado tem como principal negócio, aeroportos, ficase a conhecer o estranho mundo das decisões públicas passar para o lado dos privados, como se deles dependesse a sustentabilidade do futuro. Foi por causa disso que se está a pagar 5M de euros em PPPs rodoviárias.Estranho pois, estas decisões temporais e locais com efeitos intemporais e graves sobre uma economia frágil e vulnerável como a de Portugal. O Défice e a Dívida agradecem que se tomem decisões com robustez e, portanto, com fundamento técnico, social e económico. Mas, tal não é o caso e continuase a insistir no erro. Esta questão já ultrapassa outra, a do bom senso comum.Ora, estranho ainda mais, quando o desperdício parece ser o lema nas tomadas de decisão para o sector dos transportes pois, com a carência de sustentabilidade económica e financeira, aparecem estas decisões antisociais e antieconómicas porque não estão a ser realizadas por entidades idóneas e que possam colocar em primeiro lugar, a defesa do sector público aeroportuário, porque estratégico no desenvolvimento sustentável. Por isso, vale a pena ouvir as vozes da Plataforma que se levantam lá para os lados do Alentejo e também, do Algarve pois, o investimento público é preciso para tratar de resolver problemas de demografia, ordenamento do território e desenvolvimento sustentável entre regiões. Será que o Alentejo e o Algarve não merecem melhor solução Ou continuase a actuar e decidir sem fundamentação quando se estão a viver tempos que até o senso comum se está a perder. Seremos assim tão ricos O pior cego é aquele que não quer ver.
  
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