sábado, 15 de Dezembro de 2018

 
Passageiros & Mobilidade
27-09-2018
Aposta na mobilidade elétrica
CaetanoBus prepara-se para terminar a produção de autocarros a gasóleo
A CaetanoBus poderá não construir mais autocarros urbanos a gasóleo. Jorge Pinto, administrador da empresa, confessou que “não queremos participar em mais concursos para construção de autocarros a diesel”. A empresa está neste momento no processo para fabrico de autocarros urbanos a diesel e, caso ganhe, fará estes veículos e serão os últimos. “O compromisso que assumimos é que concursos já não fazemos mais. Fabricamos ou não mais autocarros urbanos a diesel, dependendo do resultado do único concurso que está em curso”, reforçou Jorge Pinto. Nesta decisão estão incluídos os autocarros híbridos.

A linha de orientação estratégica da empresa passa pela aposta na mobilidade com energias alternativas. “Queremos focar-nos em formas de energias alternativas, tais como gás, hidrogénio e elétrico”.

A empresa quer também alterar o método de trabalho, no sentido de estabelecer mais parcerias. Por um lado, poderão fornecer chassis a outras empresas e por outro trabalhar com empresas locais. “Estamos a tentar reforçar a estratégia de venda de chassis e dar oportunidade a que empresas que, neste momento, são nossas concorrentes possam ser nossos clientes. Isto vai permitir crescer”, pormenoriza Jorge Pinto. O administrador da CaetanoBus sublinha ainda que “como temos o objetivo de entrar em vários países, haverá um aumento de complexidade no fabrico e a ideia é transferir parte dessa complexidade para parceiros locais”.

A CaetanoBus está também a crescer no segmento dos autocarros dos aeroportos.
Todas estas linhas de atuação levam à possibilidade de construção de nova unidade fabril. Jorge Pinto confessa que “a limitação de capacidade vai acabar por acontecer. Estamos a equacionar várias alternativas para expandirmos a nossa capacidade, mas também estamos a estudar maneiras de reduzir um pouco a complexidade da nossa operação industrial. Queremos criar uma rede de parcerias que possa funcionar connosco, é um modelo de negócio complementar. Queremos continuar o nosso foco, mas em países em que o valor acrescentado local é muito importante, vamos arranjar soluções”.
por: Sara Pelicano
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