sábado, 26 de Maio de 2018

 
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Carga & Mercadorias
04-03-2018
Cerimónia de lançamento
JUL entra em funcionamento em 2019
A JUL - Janela Única Logística foi oficialmente lançada, no passado dia 2 de março, em Sines. Numa cerimónia presidida pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e que contou com as presenças de vários membros do Governo, foram assinados os protocolos que e contratos que dão início à implementação desta solução tecnológica que irá permitir colocar os portos nacionais na liderança do "estado-da-arte dos processos de digitalização portuária".
Segundo a ministra, «com a integração marítimo-ferroviária e marítimo-rodoviária os benefícios diretos para os protagonistas económicos ligados aos portos, será de cerca de 50 milhões de euros» no primeiro triénio.
Neste sentido, com a JUL, os atores das redes logísticas e as autoridades irão poder partilhar informação em tempo real e alinhar os seus processos para garantir o maior nível de sincronização das operações. No hinterland dos portos nacionais a JUL irá definir processos harmonizados e otimizados e será suportado o desenvolvimento de corredores sincromodais transfronteiriços, envolvendo Portugal e Espanha. Serão ainda desenvolvidos novos formatos ágeis e desmaterializados de relacionamento com as autoridades. E, finalmente, os processos de última milha passarão também a ser cobertos através de aplicações simples e de baixo custo.
Para a ministra, «estamos a aumentar a competitividade da nossa economia", realçando ainda que "com a introdução da JUL e da FUP - Fatura Única Portuária estamos a passar para a industria dos portos 4.0 - os portos digitais».
Ana Paula Vitorino referiu que «já se tinham integrado todos os serviços de âmbito portuário (com a JUP) e agora foram estendidos para o resto do território, juntando as ligações ferroviárias, rodoviárias e plataformas logísticas. Pretendemos diminuir tempos de serviço, aumentar a segurança e monitorização, e queremos que essa modernidade chegue às plataformas logísticas». No entanto, Ana Paula Vitorino, fez um aviso "à navegação": o projeto-piloto da JUL terá de entrar em fase de testes no final deste ano e terá de estar implementado em 2019.
«Os prazos são para ser cumpridos. De facto, não é assinar um contrato e depois arranjar um batalhão de advogados para justificar os atrasos. O piloto tem de estar em funcionamento este ano e a JUL tem de estar em funcionamento no próximo ano. E não há razão nenhuma para que não seja de forma contrária. Portanto, Engº. Simão (DGRM), Engº. Cacho (APP) e diretora Lígia (APRAM), isto é para cumprir e se não conseguirem terão de ser substituídos por outros. E a Indra, se não conseguir diga já, para que se encontrem alternativas», adiantou a ministra do Mar.
por: Pedro Pereira
Tags: JUL   JUP   Ministério do Mar  
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