sexta-feira, 20 de Abril de 2018

 
RL 468x60
Passageiros & Mobilidade
09-02-2018
Fórum Nissan
Mobilidade partilhada e elétrica são o futuro
A partilha de serviços de mobilidade foi uma das mensagens partilhadas por diferentes intervenientes do Fórum Mobilidade Inteligente, promovido pela Nissan Portugal, dia 7 de fevereiro, em Oeiras. 

“A mobilidade elétrica é o futuro e ainda mais o será se for partilhada. É fundamental estarmos conectados e partilhar os bens que queremos aceder e que esses bens estejam eletrificados”, afirmou o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes.

Do norte, chegou o exemplo de como a mobilidade elétrica está a ser uma realidade, reforçando-se a ideia de que esta mudança não pode passar apenas por substituir os veículos de combustão por elétricos, porque esta transformação não contribui para reduzir as filas de trânsito. No futuro, os cidadãos urbanos devem optar mais pelo autocarro, que será elétrico, e pela partilha de veículos. “Estamos perante uma mudança de paradigma que vai mudar as nossas cidades. Temos de continuar a apostar nos transportes públicos, não podemos substituir os veículos de combustão por elétricos. Os carros vão ter de ser, cada vez mais, partilhados”, defendeu, Filipe Araújo, vice-presidente e vereador da Inovação e Ambiente. A autarquia do Porto tem surgido como um exemplo no que concerne à mobilidade sustentável porque, desde 2015, tem investido na alteração da frota para carros elétricos e híbridos plug-in. No total, são já 274 carros que, estima o município, representem uma poupança em combustível 600 mil euros e menos 2.300 toneladas de CO2 emitidos.

A opinião destes portugueses foi partilhada por Ponz Pandikuthira, vice-presidente para o Planeamento de Produto na Nissan Europa, salientou que “a mobilidade do futuro vai ser uma plataforma integrada, com táxis, ridesharing, público transporte, carsharing”. Estas são realidades que vêm acompanhadas com uma mudança do consumidor que é cada vez mais “urbano, digital, exigente, que partilha e multimodal”, comentou Raphaël Meillat. O diretor de marketing intelligence na Nissan Europa disse ainda que os carros também estão a mudar para “elétricos, autónomos, conectados e seguros”. Raphaël Meillat concluiu que “o meio usado na mobilidade no futuro não será escolhido apenas pelo custo ou conveniência, mas também pela experiência. Ser fácil de usar, personalizável e ajustável são características importantes para quebrar a desconfiança”.

À margem do Fórum, Antonio Melica, diretor-geral da Nissan Portugal, adiantou à Transportes em Revista que «a mobilidade está a mudar» e, por isso, o caminho passa também pela indústria automóvel se reinventar. «Já estamos a pensar em soluções de carsharing, como também estamos a pensar em soluções que facilitem a amobilidade para que seja mais segura, com maior controlo e mais confortável», conclui Antonio Melica.
 

No âmbito do evento, a Nissa Portugal e a Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal assinaram protocolo do projeto LEAF4Trees para rerlorestar aquela região, que no ano passado foi fustigada por grandes incêndios.

Os proprietários dos Nissan LEAF e e-NV200 podem conectar-se ao centro de dados mundial da marca, enviando informações relativas ao número de quilómetros percorridos e energia consumida, mas também recebendo informação sobre a localização de novos postos de carga e dados sobre o estado de operacionalidade e ocupação dos postos, se os operadores da rede disponibilizarem essas informações.
Em Portugal, 47% dos automóveis zero emissões da Nissan em circulação estão ligados a esta base de dados central, o que permite saber o total de quilómetros percorridos.

Extrapolando esta informação para o total de automóveis Nissan 100% elétricos em circulação, em Portugal, e considerando o período desde abril de 2017 até março de 2018 (ano fiscal da Nissan), estima-se que os quilómetros percorridos, sem emissões de CO2, pelos Nissan LEAF e e-NV200, em Portugal, sejam cerca de 20 milhões. O que representa uma não emissão de cerca duas mil toneladas de CO2, com base nas emissões médias da Nissan em Portugal em 2017 (dados oficiais ACAP).
Ou seja, os automóveis zero emissões da Nissan que circulam em Portugal têm, anualmente, um impacto positivo sobre o ambiente equivalente ao “trabalho”, durante esse mesmo ano, de quase 150 mil árvores.

Com o programa LEAF4Trees, a Nissan Portugal vai duplicar este impacto positivo da não emissão de CO2, plantando árvores em áreas afetadas pelos incêndios do ano passado. O cálculo exato do número de árvores será feito para o período de abril de 2017 (início do ano fiscal da Nissan) até junho de 2018, para permitir que os clientes do novo Nissan LEAF contribuam, também eles, com poupança de emissões de CO2.
por: Sara Pelicano
776 pessoas leram este artigo
130 pessoas imprimiram este artigo
0 pessoas enviaram este artigo a um amigo
0 pessoas comentaram este artigo
Comentários
Não existem comentários
  
Deixe o seu comentário!

 


 

  



Spinerg


  




Chronopost







RSS TR Twitter Facebook TR Canal Transportes Online

Dicas & Pistas © 2009, Todos os Direitos Reservados

Condições de Utilização | Declaração de Privacidade
desenvolvido por GISMÉDIA