segunda-feira, 20 de Agosto de 2018

 
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Passageiros & Mobilidade
06-02-2018
Mobilidade elétrica
Efacec inaugura novas instalações na Maia
A Efacec inaugurou uma nova unidade industrial, na Maia, com o objetivo de triplicar a quota de mobilidade elétrica na atividade da empresa. O setor já representa 6% do volume de negócios da Efacec, ou cerca de 26 milhões de euros, e tem como objetivo atingir os 15% nos próximos anos. A nova unidade representou um investimento de 2,5 milhões de euros com o intuti de aumentar a capacidade anual de produção para 3.800 carregadores rápidos, com possibilidade de expansão até 9 mil unidades, assim como criar mais 340 postos de trabalho associados às novas tecnologias e padrões de evolução da mobilidade, até 2025.

Ângelo Ramalho, CEO da Efacec, apontou esta inauguração como “um marco para a história presente e futura da empresa". O responsavel disse ainda que "a Efacec é, desde sempre, sinónimo de excelência, de competência e uma chancela da qualidade da engenharia e da indústria", e que "esta nova unidade industrial reflete esses valores e espelha a ambição e a capacidade de entrega da empresa a nível global”.

Com as novas instalações na Maia, a Efacec espera atingir os 100 milhões de euros de faturação nos próximos três anos e aumentar o número de trabalhadores de 120 para 200, até junho de 2019. A nova fábrica vai aumentar a capacidade de produção de carregadores rápidos para automóveis elétricos, segmento em que a empresa lidera a nível mundial.

Com mais de 2.300 colaboradores, 2.000 dos quais só em Portugal, a Efacec tem dois polos industriais em território luso: o polo da Arroteia, em Matosinhos, onde se situa a sede da empresa, e estão localizadas as unidades dedicadas aos produtos de energia, e o polo da Maia, onde são produzidos todos os produtos e serviços ligados às áreas da mobilidade elétrica, automação, transportes e ambiente. A Efacec tem ainda outro polo de serviços no Lagoas Park, em Oeiras, onde está localizada a unidade de energia.
por: Pedro Venâncio
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Comentários
15-02-2018 11:50:44 por Nuno Silva
O diesel sintético mesmo sendo mais barato do que o convencional o que me custa muito a acreditar será usado em motores de combustão com rendimentos paupérrimos 3040 o que não será uma grande vantagem... Já os motores elétricos com rendimentos na casa dos 90 e muitos , associado a baterias de topo carregadas por fontes de energia renovável, sim isso é que deverá ser o futuro... na minha humilde opinião. Mas claro está, convençamme do contrário com provas reais
07-02-2018 17:04:12 por Mário Costa Macedo
A Efacec foi sempre uma empresa de grande capacidade tecnológica. ID é uma das suas principais vertentes. Existem no mundo cerca de 2 biliões de plataformas diesel no sector da mobilidade. Continuam a ser fabricadas.Não seria mais inteligente aproveitar estas plataformas e poremnas a funcionar a diesel sintético de emissões zero.Não é miragem não senhor. É produzido no ISEL e investimento para a produção industrial é mais baixo que o investimento agora realizado pela Efacec. O Engº Ramalho anda distraído. O preço do diesel sintético é inferior ao diesel de origem fóssil. Tecnologia Portuguesa devidamente patenteada.
  
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