terça-feira, 25 de Setembro de 2018

 
caetano 468x60
Passageiros & Mobilidade
30-01-2018
Estudo em fase de conclusão
Guimarães vai discutir Plano de Mobilidade Urbana
O Plano de Mobilidade urbana da cidade de Guimarães está praticamente concluído e será discutido publicamente durante os meses de fevereiro e março. Segundo o presidente da autarquia vimaranense, Domingos Bragança, o plano será "promovido em três debates públicos, uma na cidade e numa vila ou noutra, tentando abranger geograficamente o máximo possível de pessoas". O autarca, que falava durante uma reunião da Câmara Municipal, salientou que "agora somos autoridade municipal de transportes e vem daí a responsabilidade de todo o território concelhio quanto à mobilidade. Também está a ser outro plano de mobilidade no âmbito intermunicipal que é da CIM do Ave. Os transportes são locais, do concelho que interliga com concelho vizinhos e muito mais, na área regional e nacional e isso está a ser feito".

por: Pedro Pereira
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Comentários
01-02-2018 23:38:33 por LUIS RIBEIROLISBOA
UM PLANO DIRETOR MUNICIPALPDME SEMPRE IMPORTANTE EM TODOS OS DISTRITOS, COM VIA FERREA DE BITOLA EUROPEIA OU NACIONAL. PREPARADA COM INTERCAMBIADORES DE MUDANÇA DE BITOLA. QUER PARA TRAINS OU METRO,QUER EM LISBOA, QUER EM COIMBRA,GUIMARAES PORTO OU ALGARVE E COM VARIAS ZONAS PARA TRANSFERENCIAS DE LINHAS EM CASO DE AVARIAS.
30-01-2018 18:52:47 por RM
Estou completamente de acordo com o Carlos Gaivoto. Em Portugal falta cruelmente planeamento nos sistemas de transportes públicos, e dos transportes em geral numa lógica integrada. A frase da RATP denuncia exactamente isso : sem planeamento o destino é o falhanço e a ineficiência. Já agora continuam a faltar autoridades de transportes dotadas das competências e meios adequados numa lógica supra municipal vários municípios para por ordem nisto tudo. Tal como o STIF na região de Paris IDF.
30-01-2018 12:22:05 por Carlos Gaivoto
Os designados Planos de Mobilidade Urbana são uma parte do que deve ser o Plano Deslocações Urbanas PDU, tal como estava inscrito na exlei 1/2009 de 5 de janeiro que enquadrava o estatuto das exAutoridades Metropolitanas de Transporte de Lisboa e Porto.O PDU é um Plano que inclui seis dossiers:o do território, o da acessibilidade, o da mobilidade, ambiente, energia e por último o da Conta Pública do Sistema de Deslocações. Com estes Dossiers, a autarquia Municipio, CIM ou Área Metropolitana pode quantificar o custo de funcionamento do território e comparando os custos sociais entre esse exercício baseado na dependência do automóvel ou no maior uso do transporte colectivo. Esta metodologia permite elaborar cenários de médio e longo prazo e fazer escolhas modais e ordenamento do território para reduzir os custos escondidos devido à dispersão urbana. É com este modelo que em França e Alemanha se trabalha e se tem dado prioridade ao TC Urbano. Em Portugal, este modelo não é obrigatório, tendo o IMT elaborado um Guia do Plano de Mobilidade mas, evitando estas Contas Públicas. Ora, o País não pode adiar mais estas referências de tratamento da coisa pública e para as autarquias que já estão a concluir como para aquelas que estão a iniciar o processo de planeamento, só se pode dar os parabéns e incentivar todos os outros a fazer o mesmo mas, lançando esse desafio de não ficar só pela questão da mobilidade e alargar essa análise com o PDU pois, assim se preparará a próxima revisão dos PDM. Como refere o primeiro PLano de Empresa da RATP em 19751980: il ny a pas de vent favorable pour celui qui ne sait pas où il va.
  
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