terça-feira, 25 de Setembro de 2018

 
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Carga & Mercadorias
09-01-2018
88,8 milhões de carga
Portos nacionais cresceram 3,9% em 2017
Nos primeiros 11 meses de 2017, os postos comerciais do continente movimentaram 88,8 milhões de toneladas de carga, o que representa um crescimento de 3,9% face a igual período de 2016.

Os portos de Leixões e Aveiro registaram a sua melhor marca, excedendo os máximos registados em 2015. As taxas de crescimento, foram, respetivamente, de mais 7,7% e de mais 18,3% com quotas de 20,2% e 5,4%, a que corresponde um acréscimo conjunto superior a dois milhões de toneladas. No entanto, o porto que mais contribuiu para o desempenho global do sistema portuário foi Lisboa, que comparativamente ao período janeiro-novembro de 2016 registou um acréscimo superior a 2,1 milhões de toneladas, correspondente a mais 23,5%.

De acordo com a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), “este valor, que confirma a trajetória de crescimento homólogo a que temos vindo a assistir desde 2010, excede em mais 3,9% o registado em igual período de 2016 e constitui o volume mais elevado de sempre. Leixões e Aveiro são o reflexo desta marca, registando neste período valores que excedem, respetivamente, em mais 3,8% e mais 11,6% os máximos anteriores (verificados em 2015, em ambos os casos)”.

Em comunicado, a AMT revela que, “o porto de Sines, apesar de manter a sua posição de líder, com uma quota de 52,2% do volume de mercadorias movimentadas, registou entre janeiro e novembro de 2017 um recuo de 0,9% face ao volume homólogo movimentado em 2016, o correspondente a menos 406,4 mil toneladas”.

A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes sublinha ainda que “este comportamento não reflete qualquer quebra na dinâmica de crescimento que Sines tem vindo a demonstrar de forma sustentável nos últimos anos, mas reflete tão somente a incapacidade de anular o efeito travão associado ao transbordo circunstancial de 1,7 milhões de toneladas de petróleo bruto que teve que efetuar (extraordinariamente) em 2016 para possibilitar o abastecimento da refinaria de Matosinhos, impossibilitada de descarregar esta matéria prima no terminal oceânico de Leixões, que esteve inoperacional durante cerca de seis meses para manutenção da sua monobóia em estaleiro”.
por: Sara Pelicano
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