terça-feira, 23 de Janeiro de 2018

 
caetano 468x60
Carga & Mercadorias
18-12-2017
Entre janeiro e outubro
Portos nacionais movimentam 81 milhões de toneladas
Os portos nacionais registaram um total de 81,3 milhões de toneladas movimentadas nos primeiros dez meses do ano, o valor mais elevado de sempre. O movimento de contentores registou a melhor marca de sempre ao ultrapassar o volume de 2,5 milhões de TEU. Destaque para o Porto de Sines que continua a liderar o movimento portuário, com uma quota de 52,2%, assim como o movimento global de contentores, com uma quota de 56,6%.

Os portos comerciais do continente continuam a seguir uma trajetória de crescimento, tendo o volume de carga movimentada registado o valor mais elevado de sempre, entre janeiro e outubro, ultrapassando em 5,1% os resultados de 2016. O Porto de Lisboa registou um acréscimo de 2,1 milhões de toneladas, traduzindo-se num aumento de 26%, seguido pelo Porto de Leixões que cresceu 8,1%, apresentando agora uma quota de 20,2%. Aveiro registou acréscimos de 17%, num volume que representa 5,3%.

Neste segmento de mercado, o desempenho do Porto de Sines deve muito às operações de transhipment, sublinhando-se o facto de o volume de TEUS movimentado ter vindo a crescer nos últimos cinco anos a uma taxa média anual de 16,7% e de representarem cerca de 80,2% do movimento do próprio porto. Entre janeiro e outubro de 2017, as operações de transhipment representaram cerca de 47,8% do total do tráfego de contentores.

O movimento de navios nos portos comerciais traduziu-se pela realização de 9230 escalas, nos primeiros dez meses do ano, um aumento de 2,2%, relativamente aos números de 2016. Douro e Leixões registaram o maior número de escalas, um total de 2263, correspondente a uma quota de 24,5%, mais 114 escalas do que o verificado em Lisboa, cuja quota se situa em 23,3%.

Em termos de volume global de carga embarcada, o porto que registou o maior crescimento foi o de Lisboa, com uma subida de 47,1% e uma quota de 13,3%, seguido de Leixões que associa uma quota de 18,9% a um crescimento de 5,3%. De salientar que o crescimento de Lisboa se justifica pelo ciclo de recuperação de tráfego perdido em anos anteriores por efeito de perturbações laborais.
por: Pedro Venâncio
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