segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

 
Passageiros & Mobilidade
07-12-2017
 Plataformas eletrónicas de transporte
Cabify apresenta propostas de regulação ao Governo
A Cabify apresentou junto do Governo, dos grupos parlamentares e do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMT) as suas propostas para a regulação das plataformas eletrónicas de transporte. Nuno Santos, diretor-geral da Cabify Portugal, explicou que as propostas representam o "compromisso da Cabify para com a sociedade e o setor onde opera" e o "contributo claro e transparente da empresa no processo regulatório em curso".

O documento apresentado pela Cabify considera “cruciais para o setor a segurança dos utilizadores e motoristas, a exigência de qualidade e de eficácia, e o respeito pelos operadores de mercado e pelo impacto urbano e ambiental”, cita a Lusa. Ainda em declarações, Nuno Santos afirmou que “acreditamos que uma regulação progressista e abrangente será benéfica para os utilizadores da Cabify, que contarão com uma solução alternativa, complementar e segura para a sua mobilidade, bem como para os motoristas e parceiros que verão a sua atividade finalmente enquadrada. Além disso, as cidades portuguesas estarão, assim, mais próximas de uma mobilidade mais sustentável”.

O diretor-geral desta plataforma de transporte acrescentou que a empresa se disponibiliza abertamente para "participar e contribuir" no processo de regulação e que inclusive defende a realização de “testes psicotécnicos e a formação obrigatória para motoristas, o registo único de motoristas e acesso às faixas de bus”. Outro dos pontos no documento realça para a obrigatoriedade, por parte das plataformas electrónicas, em “assegurar oferta para transporte seguro de crianças e deficientes motores, com vista a colmatar lacunas do serviço público existente”.

Apresentadas as propostas, a Cabify pretende ainda “ver esclarecida a possibilidade de integração dos táxis nas plataformas eletrónicas em questão e preconiza a definição de uma zona exclusiva para as plataformas eletrónicas nas imediações dos aeroportos e estações ferroviárias”. Estas medidas, segundo a empresa, vão garantir mais “segurança na tomada e largada de passageiros, circulação facilitada e respeito pelos restantes operadores existentes nestes locais”.

Recorde-se que as propostas apresentadas pela Cabify vêm no seguimento da decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que assumiu que a atividade da Uber (outra plataforma eletrónica de mobilidade) em Portugal, é ilegal.
por: Pedro Venâncio
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