segunda-feira, 27 de Março de 2017

 
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Carga & Mercadorias
08-03-2017
Madeira
SDM quer mais competitividade para o MAR
A SDM - Sociedade de Desenvolvimento da Madeira divulgou recentemente a 1ª newsletter do Centro Internacional de Negócios da Madeira em 2017 no qual se refere que "os excelentes resultados obtidos pelo Registo Internacional de Navios da Madeira - MAR podem estar em risco”. Refere o boletim que “a inércia demonstrada pela área do Governo da República que tutela o setor a nível nacional em relação à tomada de medidas importantes para a competitividade do MAR preocupam a SDM, armadores e todo o setor da economia portuguesa que tem pugnado pelo desenvolvimento do cluster nacional do mar”.

Na notícia é referido que no final de 2016 estavam registadas no Registo Internacional de Navios da Madeira 491 embarcações, mais 92 do que no fim de 2015. O crescimento do MAR é também verificado no aumento da tonelagem de arqueação bruta dos navios de comércio registados de 7.925.042 para um total de 12.076.294. Ou seja, de 2015 para 2016, o MAR registou um crescimento da tonelagem dos seus navios de comércio superior a 50%. Para além dos navios de comércio, estavam registadas também 73 embarcações de recreio e 40 iates comerciais. Comparativamente ao fim de 2015, a idade média dos navios voltou a descer, designadamente dos 11,9 para os 10,8 anos. No que respeita à origem dos armadores, o número de mercados também tem vindo a crescer, verificando-se uma expansão do MAR para outros países com frotas mercantes significativas, explica o boletim.

Para a SDM, “estes resultados e o facto de integrar a Lista Branca do Memorandum de Paris provam que o MAR continua a revelar-se como um dos instrumentos mais sérios alguma vez criado em Portugal para a afirmação de uma política marítima com expressão internacional, sendo de frisar o contributo para dotar o nosso País de uma marinha mercante de expressão considerável e para o posicionamento de Portugal no seio das organizações internacionais do setor”. Assim, a Sociedade defende que , “é fundamental dotar este Registo internacional português de condições no mínimo idênticas àquelas praticadas pelos seus concorrentes mais directos” uma vez que “o MAR concorre no plano europeu com outros registos de qualidade, ligados a mercados com tradição marítima muito vincada”. É assim defendida a necessidade de serem tomadas decisões sobre “matérias tais como a certificação eficaz e atempada das tripulações, a utilização de segurança privada nas zonas afectadas pela pirataria internacional e a delegação de competências na Comissão Técnica do MAR”.
por: Miguel Pedras
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