sexta-feira, 24 de Novembro de 2017

 
Passageiros & Mobilidade
21-10-2016
Algarve
AMAL vai discutir mobilidade em Albufeira
A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) está a organizar um fórum subordinado ao tema Caracterização e Diagnóstico da Mobilidade no concelho de Albufeira, que vai decorrer, no dia 26 de outubro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Albufeira, avança o site menos um carro.
No fórum serão debatidos temas como “Quem se desloca?”; “Como?”; “Para quê?”; e “Quais as opções de mobilidade existentes?”. De acordo com a mesma fonte, esta iniciativa, que marca o fim da primeira etapa do projeto VAMUS – Projeto de Mobilidade Urbana Sustentável do Algarve, servirá também para divulgar os resultados do inquérito realizado pelo projeto, durante o verão, onde os moradores e visitantes da região foram desafiados a partilhar os seus padrões de deslocação e a propor novas formas de mobilidade urbana sustentável. No evento, estarão presentes cerca de 50 signatários da Carta de Compromisso pela Mobilidade Urbana Sustentável do Algarve, que após a apresentação, irão reunir-se para discutir as próximas fases do VAMUS.
por: Miguel Pedras
1393 pessoas leram este artigo
391 pessoas imprimiram este artigo
0 pessoas enviaram este artigo a um amigo
2 pessoas comentaram este artigo
Comentários
02-11-2016 23:43:28 por João Reis Simões
Por muito que se goste do modo ferroviário e se reconheçam algumas das suas vantagens, tal não ocorre no Algarve. O modo ferroviário foi instalado há muitas dezenas de anos, numa altura em que praticamente era diminuta a frota de TI e por um traçado que foi o possível, atendendo, entre outros aspectos à orografia da região e passou por onde foi possível dadas as limitações do próprio modo. Apenas Lagos e Portimão são servidas no Barlavento e aí ficará sempre limitado o modo ferroviário, que no restante traçado até Tunes fica bem longe da orla marítima. Teremos de encontrar solução no modo rodoviário, aproveitando o actual canal e permitindo que o mesmo possa circular fora do canal guiado: o autocarro guiado.
28-10-2016 11:38:00 por Carlos Gaivoto
Quando hoje se discute a mobilidade de pessoas e de mercadorias, a sua composição, volume e intensidade, aquelas têm merecido sempre a necessidade dum enquadramento sócioeconómico, ambiental e energético, numa perspectiva daquilo que em França se designa por Schéma de Cohérence Territoriale SCOT ou o que poderia ser o equivalente a um PROT mas, incluindo as regras de avaliação de funcionamento do sistema de acessibilidade local e regional. Neste caso, não é despiciente, entrar em linha de conta com a comunidade Espanhola do outro lado do Guadiana. É claro que ao pretenderse seguir as recomendações e sugestões do Livro Branco e do Livro Verde, ou concretizar um PDU Plano Deslocações Urbanas ao nível local e regional, acaba por ter de haver um olhar mais holístico a permitir uma avaliação do que existe e do que e como se quer corrigir. Ora, à ocupação e o uso do território subjacente a uma qualquer pesquisa do funcionamento deste território, seria interessante começar por se compreender em que termos são esses custos associados a um HT Affordability Index ver http://htaindex.cnt.org/ e que no caso de Portugal, não existe. Sendo os custos da dispersão urbana um importante factor a ser avaliado pois, ele é o causador do uso intensivo do automóvel e de diversas externalidades negativas a ele associado, será da maior importância reconsiderar neste tipo de encontros que reformas políticas, institucionais e administrativas devem ser feitas ao nível autárquico, para que se comece a compreender esta temática da mobilidade urbana numa perspectiva estratégica de revisão de PROT e de respctivos PDM. Em estudos recentes realizados em Universidades Canadianas, Americanas e Australianas, a dispersão urbana é causadora dum acréscimo de custos dos Orçamentos Municipais em cerca de 66 e da Dívida em cerca de 30, incluindo, claro, as externalidades negativas. Ora, foi pena a CIM do Algarve não ter incluído esse tipo de preocupações e ter restringido esta temática só a questões de mobilidade. Mas, mais vale tarde do que nunca e esperase que haja outra oportunidade para se desenhar uma estratégia de coerência e integração territorial e social na perspectiva do desenvolvimento sustentável. A sustentabilidade da região com certeza passará por uma menor dependência do automóvel, mesmo numa região turística e de lazer, como a do Algarve. E há soluções tão interessantes como potenciar a rede ferroviária com modo híbrido mas, para isso, é preciso mais do que estudar só tráfegos, como referi no início. Um dos textos que pode servir de exemplo encontrase neste site: http://www.sdcommission.org.uk/data/files/publications/fairness_car_dependant.pdfNeste sentido, a Carta de Compromisso pela Mobilidade Urbana Sustentável pode ser um forte contributo. Parabéns.
  
Deixe o seu comentário!

 


 

  



Spinerg


  




Chronopost







RSS TR Twitter Facebook TR Canal Transportes Online

Dicas & Pistas © 2009, Todos os Direitos Reservados

Condições de Utilização | Declaração de Privacidade
desenvolvido por GISMÉDIA