sábado, 19 de Agosto de 2017

 
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Carga & Mercadorias
19-05-2015
Desde Korsor - Dinamarca
Rebonave faz reboque para a Marinha de Guerra
A Rebonave foi a empresa responsável pelo reboque oceânico de um navio de patrulha desde a Base Naval dinamarquesa de Korsor até à Base Naval do Alfeite em Lisboa. A operação, que culminou na entrega do navio a 12 de maio, foi realizada com recurso ao rebocador “MONTENOVO”, apoiado na manobra portuária pelo “MONTEMURO”, da frota da Rebonave baseada em Lisboa, local a partir do qual a empresa voltou a operar em janeiro de 2015.

De resto, este foi apenas o primeiro de um total de cinco navios patrulha que serão transportados, no seguimento de um contrato assinado, em outubro de 2014, pela Marinha de Guerra Portuguesa com o Ministério da Defesa Dinamarquês para a aquisição de cinco navios patrulha STANFLEX 300.

«Ao abrigo de um processo de consulta da NATO Support and Procurement Agency Request for Proposal, a Rebonave foi selecionada para efetuar a operação de reboque oceânico destas unidades navais, em três fases», revela a empresa, indicando que as outras operações decorrerão em junho e julho.

No âmbito das operações oceânicas, a Rebonave realizou ainda dois importantes reboques programados: de uma doca flutuante carregada com equipamento de apoio a obras marítimas de Malabo – Guiné Equatorial para Setúbal – Portugal; e de uma plataforma multiusos, também para apoio a obras marítimas, de La Valletta, Malta, para Guanta, na Venezuela.

Prestes a comemorar o seu 26º aniversário, a Rebonave desenvolve operações de reboque oceânico programado e de emergência ou resgate em todas as condições de tempo, a navios e embarcações, tanto a nível nacional, como internacional. A este respeito, a empresa refere que «com tripulações e navios de bandeira Portuguesa, contribuímos de forma consistente para o desenvolvimento económico nacional, com um posicionamento crescente na cadeia de valor do setor marítimo».

Aquando do reinício das operações em Lisboa, que se vieram juntar às realizadas em Setúbal e em Sines (neste caso através da Reboport, empresa que detém em conjunto com um acionista espanhol), a Transportes em Revista falou com os administradores da empresa, Henrique Campos e Maria da Luz Santos. «Somos a única empresa de rebocagem cem por cento nacional que tem a ousadia de fazer tráfego internacional», destacaram. Na entrevista, em que o responsáveis sublinharam que a atividade de reboque necessita de menos burocracia e mais regulação efetiva, Maria da Luz Santos afirmou: «Queremos crescer fora de Portugal, mas é no tráfego internacional. Atualmente, mais de 50 por cento da nossa faturação já diz respeito ao mercado internacional, o que é muito importante».

Veja a entrevista completa AQUI .

por: Andreia Amaral
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