sábado, 19 de Agosto de 2017

 

 
 
 
 
 
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Passageiros & Mobilidade
17-04-2012

Oportunidades
Numa fase da nossa vida individual e coletiva, em que muitas pessoas nos tentam dizer, aconselhar, moldar as nossas atitudes, condicionar a nossa reação, tentarei dar um testemunho vivo das oportunidades que temos.
Sim, oportunidades! Apesar de estarmos constantemente a receber inputs negativos, a perceber que “nada será como antigamente”, questiono-me o que há de novo nisto. Não foi sempre assim? Sabemos que sim! Então, se sabemos que sempre foi assim, porque não conseguimos transformar algo que não é novo, numa oportunidade.

Numa oportunidade de sermos mais competentes, mais eficientes, mais eficazes, mais competitivos, mais solidários, mais leais, mais HUMANOS. E, coletivamente poderemos ser e aproveitar as mesmas oportunidades e, como um todo sermos também melhores.


“Diz-se constantemente que, em Portugal, o público tem a ideia de que o Governo deve fazer tudo, pensar em tudo, iniciar tudo: tira-se daqui a conclusão de que somos um povo sem poderes iniciadores, bons para ser tutelados, indignos de uma larga liberdade, e inaptos para a independência. A nossa pobreza relativa é atribuída a este ato político e social de depender para todo o Governo, e de volver constantemente as mãos e os olhos para ele como uma providência sempre presente” – Eça de Queirós in “Cartas de Inglaterra”


Sabemos que nunca fomos ricos, mas que sempre fomos criativos, inovadores!
Onde os outros viram o Fim, marcámos o Principio!

Julgo que esta será a oportunidade de começar! No entanto, sabemos que tal não é fácil, pois é preciso “rasgar” com comodismos, com proteções, com “prós e contras”, mas certamente que merecerá a pena, se formos suficientemente fortes para mudar!

As mudanças no entanto não se fazem com os de sempre, com os da casa! Para mudar é preciso arejar, é preciso cortar em definitivo com a pasmaceira irritante em que estamos metidos e onde alguns chafurdam alegremente!

Na área que me toca diretamente, por questões profissionais, assistimos a uma mudança?

Possibilitaram-se aumentos tarifários, aumentos esses que roçam o “violento”! Estudam-se formas de se “cortar” na oferta (cortar, não racionalizar), mas nunca ouvi falar em formas de captar passageiros! Percebe-se que se pretende melhorar o equilíbrio das empresas, ao proporcionar aumentos de receita e redução de custos, mas preocupa-me não ouvir nunca falar na captação de passageiros, não se fala de aumentar a procura e creio que este é um aspeto com uma importância fundamental em todo este processo.

Fala-se duma redução drástica de colaboradores (diminuição de custos). Mas que diminuição? Quem está a ser empurrado ou está (pre)disposto a abandonar? E a estrutura acompanha? Na Indústria tive várias experiências, em que a redução era feita no terreno (na fábrica, no Zé, no Manuel…) e, entretanto a estrutura mantinha-se com as mesmas direções, os mesmos adjuntos, as mesmas secretárias, tal e qual como se o Zé e o Manel tivessem ainda no seu posto de trabalho. É que é fácil reduzir no Zé e no Manuel, mas quando se sobe….supressão de linhas, supressão de expedições, etc.!

Cuidado com isto. As “receitas” deste tipo terão efeitos imediatos, mas e no futuro? Ou também já não se acredita no futuro?

Pergunto ainda, com base em algumas notícias vindas a publico, o que são menos os trabalhadores/condutores (por exemplo) de Vila Real, Faro, Covilhã, …versus Lisboa? Porque não existem certas “mordomias”?

É Verdade!

Somos todos iguais, “Camaradas e Companheiros”, mas continua a haver uns mais iguais do que os outros! Isto no que toca a “receber”, mas também no que toca a “pagar”!
por: João Queiroz Lino
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Comentários
07-07-2014 20:56:00 por Pedro
Quem ouvir estas palavras se calhar falta dizer que os motoristas das grandes metropoles são mais valorizados e não são roubados descaradamente como das cidades mais pequenas...
07-07-2014 20:51:03 por Pedro
É curioso ouvir falar este senhor,quando ele próprio não cumpre aquilo que apregoa,lá diz o ditadoolha para o que eu digo não olhes para o que eu faço.
  
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